Realizei no
dia 17 de janeiro de
Estatísticas:
Distância
total:
Canoas ~ Porto
Alegre:
Porto Alegre ~
São Francisco: embarcado
São Francisco
~ Arroio do Sal:
Tempo de
pedalada: 4h16min
Média de
pedal:
Tempo total de
passeio: 8h12min
Média efetiva
de pedal:
Velocidade
máxima:
Bike: Trek
4500 ano 2007, toda original exceto por guidão riserbar Truvativ e par de pneus
Maxxis Wormdrive.
Pneus furados:
zero
Diversão: 100%
Após chegar a
Porto Alegre juntei-me com alguns integrantes do Poabikers que estariam comigo em
"parte" do trecho. Desmontamos as bikes e colocamos no bagageiro do
ônibus.

Como era a
primeira vez que eu realizava esta "operação perigosa", me deu um
certo pavor...

Mas felizmente
havia pouca bagagem no ônibus e as bikes foram bem folgadas e arrumadas.

Chegamos a São
Chico lá pelas 9 horas e em seguida já estávamos prontos para a indiarada.
Abaixo, foto tradicional no também tradicional monumento ao tropeiro no centro
da cidade.

A magrela. Sã
e salva após a viagem, já preparada para o desafio... ![]()
[
Aparentemente
a bike está "pesada". Mas o bagageiro de canote é bem leve e a bolsa
não tem mais do que um anorak, protetor solar e alguns alimentos bem calóricos
para aquela fome que vem ao longo do dia.

O grupo logo
se distanciou de mim, pois ele tem um estilo mais "furioso" para
pedalar. Enquanto eles socam a bota e pedalam num ritmo forte, eu vou numa
marcha bem mais tranqüila, apreciando a paisagem, fotografando, filmando, sem
pressa.

Para quem
quiser ver o vídeo (apenas 2 minutos), basta clicar AQUI.

Meu almoço foi
constituído de um saudável e calórico pastel do Café Tainhas. Geralmente não
costumo comer alimentos pesados, pois a digestão é demorada e perde-se muito
tempo. Vou levando o dia com castanhas, bananas, balas de goma e eventualmente
um gel energético.


A paisagem
dessa região me agrada muito. Uma imensidão a perder de vista. Mesmo num dia
nublado (ideal para pedalar) existe uma beleza e uma tranqüilidade por todo o
lugar.


Estradas
sempre tranqüilas. Acostamento perfeito!

O único
inconveniente é que estamos sempre a "meio-caminho" de lugar nenhum.
Planejar o passeio e força nas canelas é fundamental. Pelo menos para conseguir
voltar ou chegar ao destino.

Mas sem
qualquer dúvida, a melhor parte do passeio é a descida da serra pela rodovia
RS-486, mais conhecida como Rota do Sol.

São cerca de
Para quem
desce a serra pela primeira vez, recomendo ir parando para apreciar a vista,
nos diversos pontos de refúgio existentes.

Como eu já fiz
essa descida várias vezes, resolvi fazer algo diferente. Montei na bike, segurei
no guidão e soltei os freios... Desci os quase
Foi um bocado
divertido rasgar a estrada a quase
Já embaixo da
serra resolvi esperar os colegas descerem. Como o calor ficou danado, resolvi
tomar um bom banho de rio num dos diversos pontos por onde o rio corre entre a
serra. Nada mal: temperatura ambiente em mais de 30 graus e a água bem gelada!
Quando encontrei o pessoal novamente, fiquei sabendo que eles gastaram 30
minutos (o tempo que molhei o esqueleto no rio) consertando um pneu furado. Em
pleno sol... É muito azar...
Buenas, a
partir do pé da serra até o litoral são cerca de
Ali nos
separamos e eu fui para onde? Para o nordeste, é claro... Quando está ruim,
pode ficar pior. E os últimos
Cheguei ao meu
destino por volta de 18h30min. Cansado, mas com a certeza de que foi um grande
dia. E já pensando na hora de fazer tudo outra vez.
Ah! Um
"agrado" ao patrocinador. Passamos por Itati, RS, cidade que deu
origem a marca de água mineral que tomamos por aqui. E como
"cara-de-pau" que sou não podia perder a oportunidade...
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Abraço e até a
próxima!